domingo, 21 de fevereiro de 2016

Um por todos... São Paulo vence o Veranópolis, fora de casa

Certamente, alguma vez na vida, você ouviu, leu ou assistiu o romance histórico francês, escrito por Alexandre Dumas. Romance francês, escrito por Dumas? Deixe-me ser mais especifico. Desde crianças, conhecemos a história dos lendários três mosqueteiros. Três membros da guarda real francesa, os mosqueteiros do Rei. Os membros dessa equipe são Athos, Porthos e Aramis. E, a partir dessa breve introdução, começo meu texto.

Na noite deste domingo, dia 21 de fevereiro, o São Paulo foi até Veranópolis, enfrentar a equipe da casa, pela quinta rodada do Campeonato Gaúcho. Embalado por bons resultados, o Leão partiu confiante, rumo a quarta vitória consecutiva. O Veranópolis, no entanto, vive situação contrária. Até então, a equipe do técnico Luis Carlos Winck, não venceu nenhum jogo e amarga a zona de rebaixamento. Como na história de Dumas, tudo poderia acontecer. Para a alegria dos rubro-verdes, os heróis estavam do seu lado.

Então começa o primeiro tempo, no Antônio David Farina, e o São Paulo já mostra o porquê é um dos melhores times do Gauchão. Logo no início do jogo, o Leão se lançou para o ataque, pressionando a defesa do V.E.C. , buscando marcar gols. E foi exatamente isso que aconteceu. O Veranópolis foi apresentado ao mosqueteiro rubro verde. Foi apresentado ao capitão do São Paulo, Athos. Aos 8 minutos, Athos aproveitou o rebote, em um chute onde a bola explodiu na trave, para mandar para o fundo do gol e marcar o primeiro gol do São Paulo, na partida.

O Veranópolis viu-se obrigado a partir para cima do São Paulo, procurando reagir o mais rápido possível. Porém, parece que os jogadores pentacolores não leram a história dos Três Mosqueteiros. Principalmente, a parte onde não se deve atacar algum deles. Eles eram o mortais. Dar brecha para um deles, era cavar a própria cova. E nosso herói, Athos, honrou seu xará, do clássico francês. Aos 18 minutos, depois de boa jogada, Rafael Pilões mandou a bola para área, encontrando Athos que, mais uma vez, marcou para o São Paulo. Era o segundo gol dele e o segundo gol do São Paulo, no jogo.

A partir daí, o São Paulo reduziu o ritmo, esperando a oportunidade de mais um contra-ataque para matar de vez o jogo. Os mosqueteiros rubro-verdes passaram a realizar a função de todo mosqueteiro: Defender o seu país, nesse caso, o seu time. E na defesa, meu amigo, ninguém é melhor que o São Paulo. Todos os ataques do Veranópolis paravam na barreira formada por Fernando Pinto e Luis Henrique, dupla de zaga que completou três jogos, sem sofrer gols. Esses dois jogadores, assim como todos os rubro-verdes, possuem um santo protetor. Um santo defensor. Um santo chamado Deivity.

Mais uma vez, o São Paulo se viu prejudicado por uma péssima arbitragem. E foi em um desses erros que o arbitro Anderson marcou pênalti para o Veranópolis. Foi aí que apareceu Deivity, para salvar o São Paulo mais uma vez, defendendo a cobrança. O Leão do Parque conta com um dos melhores, senão o melhor goleiro do campeonato. Um santo de luvas. Um herói rubro-verde.

E assim foi o panorama do jogo, até o seu final: Veranópolis atacando, a defesa do São Paulo tirando tudo e saindo para o contra-ataque. No entanto, nada mais aconteceu. O São Paulo conquistou a quarta vitória consecutiva, chegando aos 12 pontos na tabela, permanecendo na quarta colocação, empatado em número de pontos com o Grêmio, seu próximo adversário.
Mancha  Rubro-Verde marcou presença e embalou, como sempre, o São Paulo para a vitória. (Foto: William Rocha) 

O jogo contra o Grêmio será no Aldo Dapuzzo, quarta feira. Certamente, a torcida do São Paulo irá lotar o seu estádio, levando o time a buscar mais uma vitória nesse campeonato. O Aldo Dapuzzo é a França dos rubro-verdes, defendida, como escreve Alexandre Dumas, pelos seus inseparáveis Três Mosqueteiros: Time, Torcida e Paixão. E, claro, aquela lendária frase dita por eles, é perfeita para a ocasião: Um por todos e todos por um! Todos pelo São Paulo!



Ilgner Vahl 
Graduando em Letras - Português 
FURG 


domingo, 14 de fevereiro de 2016

Coliseu rubro-verde: São Paulo emplaca a terceira vitória consecutiva


A Roma Antiga, um dos maiores impérios que já existiram na face da Terra. Dentre os muitos lideres que comandaram esse império, existem nomes famosos como Julio Cesar e Nero. Ambos eram lideres implacáveis, que faziam de tudo para demonstrar o poder que o Império Romano tinha sobre as demais civilizações.

O que a Roma Antiga, Nero e Julio Cesar tem a ver com o São Paulo? Nessa noite, tudo. Na batalha de gladiadores, no Coliseu da Linha do Parque, venceu o Leão. Até porque, naquela época, quem era jogado aos leões, dificilmente sobreviveria. Neste domingo, não foi diferente.

O público chegou cedo, para assistir ao espetáculo que estaria por vir. Torcedores esperançosos e embalados pela ultima vitória do São Paulo, fora de casa, contra o Lajeadense. Antes de entrar no estádio, conversei com alguns torcedores, muito empolgados com o jogo. Placares como 3 a 0, 3 a 1 e 2 a 0 foram várias vezes citados pelos rubro-verdes.

Quando começou a primeira etapa, aqueles placares, citados anteriormente, foram de possíveis a utópicos. O Novo Hamburgo tinha um bom time, até então invicto no campeonato e com uma defesa que ainda não tinha sofrido nenhum gol. Era o adversário ideal para o São Paulo testar a força do seu time. Era um verdadeiro duelo de gladiadores.

O jogo estava equilibrado, com boas chances para os dois lados. O Novo Hamburgo atacava o São Paulo com perigo e o Leão devolvia na mesma moeda. O Nóia apostava na estatura do seu time, principalmente no centroavante Kiros, que era uma torre perto dos zagueiros rubro-verdes. Já o São Paulo apostava na velocidade de Abu e nas cobranças de lateral (quase escanteios) de Romano que, por ironia do destino, não por pensamento premeditado, tem o nome ideal para a nossa história.

Então termina o primeiro tempo... Opa, ainda não! No apagar das luzes, enquanto eu, meus colegas jornalistas e muitos torcedores se preparavam para a segunda etapa, em um bate cabeça do goleiro Jandrei com o zagueiro do Nóia, Rafael Pilões ficou com a bola, só ele e a trave, para empurrar para o fundo do gol. No ultimo lance do jogo, como todo bom espetáculo dramático, saiu o gol do São Paulo.

Agora sim, começa o segundo tempo. Os times entraram com o mesmo ritmo do primeiro tempo, com chances para os dois lados. Então, aparece o herói da noite. O protagonista do espetáculo. O goleiro Deivity, fechou a meta rubro-verde contra todos os ataques da equipe de Novo Hamburgo, fazendo a torcida vibrar com cada defesa que ele realizava. Com grandes atuações dos zagueiros Fernando Pinto e Luis Henrique, o São Paulo passou mais um jogo sem sofrer gols, demonstrando o poder defensivo que o Leão possui.

Nada passou pelo goleiro Deivity, nessa noite de domingo (14). (Foto: Ilgner Vahl) 


Termina o jogo no Aldo Dapuzzo e o São Paulo venceu o Novo Hamburgo por 1 a 0. Com a vitória, o São Paulo subiu para a quarta colocação do Campeonato Gaúcho, com nove pontos, dos doze disputados até então. Bastou o juiz apitar o final do jogo que os jogadores rubro-verdes, em um exemplo de união total, foram até a torcida comemorar essa tão suada vitória. Valeu a velha máxima romana onde o publico aplaudia de pé, os leões que devoravam os seus adversários. E, assim por diante, é tudo o que os torcedores rubro-verdes querem ver, no Coliseu chamado Aldo Dapuzzo: Os adversários ajoelhados diante do Leão do Parque.



Ilgner Vahl
Graduando em Letras - Português 
FURG 








quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Nada de cinzas: São Paulo derrota o Lajeadense, fora de casa

Quarta-feira de cinzas? Para o São Paulo, não! O Leão foi até Lajeado e venceu a equipe da casa, pelo placar de 1 a 0. Se você, torcedor rubro-verde, estava triste pelo fim do carnaval, o São Paulo "estendeu" a sua festa, colorindo a sua quarta de vermelho e verde.

Na manhã desta quarta, dia 10, conversei com alguns torcedores do São Paulo, perguntando a eles quais eram as suas expectativas para o jogo de hoje. Destaco as respostas do Kelson e do Dener que, como se tivessem ensaiado para um desfile de escola de samba, deram as mesmas respostas, afirmando que o São Paulo deveria jogar como jogou no segundo tempo, contra o Juventude e no primeiro tempo, contra o Glória.

Então, o bloco do São Paulo entrou em campo, embalado pela bateria da Mancha Rubro-Verde que sempre acompanha o Leão, ditando o ritmo dos seus jogos. Estava na hora de colocar em prática aquilo que havia sido "ensaiado" pela torcida. Para isso, o São Paulo contava com alguns quesitos a seu favor. O primeiro deles é a harmonia que a defesa rubro-verde tem demonstrado, nesse início de campeonato. Deyviti, Fernando Pinto e Luis Henrique estão fazendo um ótimo Gauchão, jogando de forma simples e segura. O outro quesito, é a comissão de frente do Leão. Julio Abu, com todo seu gingado e técnica, tem sido um ótimo mestre-sala, fazendo os zagueiros adversários dançarem no ritmo que ele dita. A lado dele, encontra-se Rafael Pilões que tem se mostrado um grande centroavante, principalmente em bolas aéreas.

No primeiro tempo, o São Paulo foi para cima do Lajeadense, atacando como se estivesse jogando no Aldo Dapuzzo. Como se estivesse em casa. Foram várias chances de gol, que esbarravam na defesa alvi-azul. No entanto, nada de gols. Restava saber se o São Paulo manteria o mesmo ritmo na segunda etapa, acertando a previsão da torcida.

Começou o segundo tempo e o Leão manteve sua estratégia ofensiva, colocando novamente a defesa do Lajeadense a trabalhar. O São Paulo empilhava chance atrás de chance, mas nada de gols. Quando tudo se encaminhava para um empate sem gols e, de certa forma, frustrante para o São Paulo, o quesito surpresa entrou em campo. Após cruzamento de Romano, o jogador Anderson, que havia entrado no segundo tempo, recebeu a bola na área e mandou para o fundo das redes, fazendo a torcida rubro-verde ir ao delírio, aos 42 minutos da etapa complementar. Era o gol do São Paulo. O gol que selava a vitória rubro-verde, numa noite que tinha tudo para ser dramática.

Elenco do São Paulo comemorando o gol da vitória. (Foto: Fabio Dutra)


Com essa vitória, o São Paulo terminou a rodada na quarta colocação, com 6 pontos. O próximo jogo do Leão é em casa, contra o Novo Hamburgo, no domingo. A expectativa é de casa lotada, para empurrar a equipe, ajudando a manter o bom desempenho nesse ano de 2016. No "Sambódromo" do Dapuzzo, o campeão é, e sempre será, o Sport Club São Paulo!


Ilgner Lauriente Vahl
Graduando em Letras-Português
FURG  

domingo, 7 de fevereiro de 2016

RAINHAS DA REPOSIÇÃO: As novas gandulas do Gauchão 2016

O final de semana foi de folga na tabela para a maioria das equipes do Interior, porém a Interior Mais Forte mostra pra você as novas figuras desse Gauchão: as gandulas!

Sim, conversamos com algumas das meninas antes da partida da última quarta-feira no Aldo Dapuzzo e, é claro, elas nos contaram um pouco sobre a experiência e o sentimento de estar tão próximo ao campo.

Acompanhem!





Lucas dos Santos Martins
Graduando em Jornalismo
Universidade Federal de Pelotas

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Com a cabeça no Gauchão: São Paulo faz 2 a 1 no Glória



Começo essa matéria falando sobre a escolha do título da mesma: Não. Eu não bati a cabeça. Eu só quero trazer para vocês essa reportagem, que tem tudo a ver com o título. Um verdadeiro, talvez, "papo cabeça".

Essa história começa na noite da ultima quarta feira, 3 de fevereiro, no estádio Aldo Dapuzzo. O São Paulo recebeu o Glória de Vacaria, em jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Gaúcho. A torcida rubro verde compareceu em peso, para a estreia do Leão em casa, no Gauchão deste ano.


Mascote do Leão, antes do inicio da partida (Foto: Ilgner Vahl).


No primeiro tempo, o São Paulo pressionou o Glória, jogando todo o time de Vacaria para dentro do gol. Para dar uma ideia, o goleiro Simão, do Glória, começou a fazer "cera" desde a metade do primeiro tempo, para tentar segurar o empate que era o ideal, considerando o fato que o São Paulo foi muito superior. Então, as cabeças começaram a rolar. Nesse caso, no bom sentido. O atacante Rafael Pilões, do Leão, que já havia tentado marcar (de cabeça), abriu o placar para o São Paulo. Em um cruzamento preciso de Athos, o centroavante rubro verde acertou um belo cabeceio para o fundo da rede do goleiro Simão, levando ao delírio a torcida do Leão.

Athos preparando-se para cobrar a falta, que resultou no primeiro gol do Leão. (Foto: Ilgner Vahl)

Mas nossa história não acaba por aí. Seis minutos após o primeiro gol, em cobrança de lateral feita por Romano, a bola foi afastada pela defesa do Glória. Enquanto a bola viajava pelo alto, o volante Guto Dresch devolveu ela para dentro da área, de cabeça, encontrando Julio Abu que, do alto dos seus 1,70, acertou mais uma bela cabeçada, sem chances para o goleiro. Mais uma vez o Dapuzzo incendiou. Era o 2 a 0, do São Paulo.

Fim de primeiro tempo e, o ex-goleiro e agora técnico, Clemer já estava com dor de cabeça pelos gols sofridos na primeira etapa e, principalmente, por não conseguir adentrar a zaga do São Paulo, que estava bem montada e jogou de forma brilhante nessa noite. Fernando Pinto, Luis Henrique e o goleiro Deivity estavam em uma grande noite, trazendo segurança para a torcida.

Começa então o segundo tempo. Como esperado, o Leão do Parque entraria para tentar administrar o jogo, enquanto o Glória correria atrás de um possível empate. Aí entrou em cena um personagem que fez toda a torcida do São Paulo ficar com a cabeça quente. Seu nome? Lucas Guimarães Horn, o arbitro do jogo. Com uma arbitragem polêmica, o juiz conseguiu tirar a todos do sério. Principalmente, devido a um lance: O pênalti marcado a favor do Glória. Lucas Guimarães, interpretou que a bola bateu na mão do jogador do São Paulo e apontou a penalidade para a equipe de Vacaria. Sem ter nada a ver com a arbitragem, Jean Carlo, acertou uma belíssima cobrança, diminuindo o placar.

Arbitragem polêmica de Lucas Guimarães, foi motivo de reclamações dos rubro-verdes. (Foto: Ilgner Vahl)

No entanto, não foi apenas o pênalti polêmico que marcou a noite. O pênalti não marcado para o São Paulo, em jogada individual de Reinaldo, que foi derrubado claramente dentro da grande área e os seis minutos de acréscimos dados pelo arbitro, fez o técnico Hélio Vieira perder a cabeça e partir para cima do bandeira, reclamando fortemente destas situações.

Para a alegria do torcedor rubro verde, o juiz apitou o final do jogo e o São Paulo saiu com a vitória de 2 x 1, sobre o Glória. Um bom resultado para o Junior e o Bruno, no qual entrevistei antes do jogo, ainda de cabeça fria, perguntando qual era a expectativa deles para esse ano. Tive como resposta isto: "A expectativa é muito boa. Diretoria nova, vontade de trabalhar e gente séria. Esse ano o São Paulo vai classificar para as finais". No momento dessa entrevista, o vice presidente de futebol do São Paulo, Maninho Degani se encontrava ao nosso lado e se dizia muito emocionado por ouvir as palavras de apoio do seu torcedor.

Degani acompanha a entrada dos jogadores do São Paulo. (Foto: Ilgner Vahl)

Dentre todas as cabeças que citei aqui, sendo elas no sentido figurado ou no sentido físico mesmo, uma delas é aquela que todo o torcedor rubro verde e, principalmente, o clube da Linha do Parque quer este ano: A cabeça da tabela, do Gauchão!


Ilgner Lauriente Vahl 
Graduando em Letras - Português 
FURG 


O Rei da Trave: Entrevista exclusiva com Fernando Pinto, capitão do São Paulo

Nesta quarta feira, dia 3 de fevereiro, dia que o São Paulo estreia em casa, pela segunda rodada do Campeonato Gaúcho de 2016, tive o prazer de entrevistar o zagueiro Fernando Pinto. Fernando é velho conhecido da torcida rubro-verde, pois já disputou o Gauchão do ano passado, com o Leão. Ficou marcado, neste início de ano, por conquistar o título de "Rei da Trave", competição realizada pelo Globo Esporte RS, onde foi escolhido um jogador de cada time que disputa o Gauchão, tendo como objetivo acertar mais vezes a trave. Fernando mostrou que está com a pontaria calibrada e venceu a competição.

Fernando Pinto, campeão do "Na Trave".


Segue abaixo, a entrevista realizada hoje. O São Paulo, a pontaria e as dificuldades encontradas para quem joga futebol profissional, são alguns dos temas discutidos nessa conversação.

Pergunta: Quais são as suas expectativas, profissionais, para esse ano?


Resposta:"As expectativas sempre são as melhores. Buscar as vitórias e, por consequência, conquistar títulos são os principais objetivos. O jogador só é lembrado quando vence,quando conquista os objetivos e se destaca pelo clube que representa."

Pergunta: Como vimos na televisão, em uma competição de quem acerta mais bolas na trave, tu tens o pé bem calibrado. O Fernando Pinto, zagueiro, também é um jogador agressivo no ataque?

Resposta:"A pontaria está boa! Já começamos o ano com um título (Rei da Trave) e isso, acredito, é um bom sinal que o Gauchão vai ser bom para nós. Eu tenho bom posicionamento para atacar. Sempre que possível faço meus gols. Espero que hoje, lá no Dapuzzo, já comece podendo marcar."

Pergunta: Nos últimos dois anos, o São Paulo lutou para não voltar a série A-2 do campeonato gaúcho. Qual o principal trunfo para que isso não se repita esse ano?

Resposta:"Isso é verdade. Já faz dois anos que o São Paulo está nessa luta para não retornar a segunda divisão do Gauchão. Eu estive aqui ano passado e sei bem como foi. O clube estava com muita dificuldade, em todos os sentidos. Esse ano já começou diferente. O São Paulo se organizou e se estruturou. Nesta temporada, o clube está dando boas condições para os atletas. Montou-se um grupo forte, por isso aceitei o convite para retornar ao Leão do Parque!"

Pergunta: Agora, mudando um pouco de assunto. Qual é a maior dificuldade que um profissional do futebol encontra, jogando por clubes que não tem tanto poder aquisitivo quanto os gigantes brasileiros, europeus, etc? (É uma questão opcional).


Resposta:"Os clubes do interior tem muito pouco recurso, poucos patrocínios e a maioria só consegue condições de trabalhar no estadual. Isso é muito ruim para nós jogadores, pois o segundo semestre é uma dificuldade para, muitos de nós, conseguir emprego! Acho que os grande clubes, junto com suas federações e a CBF (órgão maior do futebol nacional), poderiam ajudar de forma mais ativa, para que esses clubes, com menos poder aquisitivo, possam disputar competições o ano inteiro. Também poderiam ajudar os jogadores para que estes tenham condições de trabalhar e possam ficar mais tempo nesses clubes!
"

Pergunta: Para finalizar, qual recado você deixa para a torcida do Leão?
 Resposta:"Torcida rubro verde, a mais apaixonada do Rio Grande do Sul, nós jogadores contamos com o seu apoio! Esse apoio é fundamental para nos ajudar a cada batalha. Para conseguirmos sair vitoriosos, tanto no Dapuzzo, como fora de casa, nesse Campeonato Gaúcho!"


Ilgner Vahl
Graduando em Letras - Português
FURG 

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Alô, torcedor rubro-verde! Tá chegando a hora

Neste sábado, dia 30 de janeiro, o São Paulo começa a sua jornada no Gauchão 2016. E o primeiro desafio do Leão do Parque é o Juventude, em Caxias do Sul. É um desafio duro, porém já superado pelo São Paulo, em termos de estréia. No ano de 2014, o Leão venceu o mesmo Juventude, no Alfredo Jaconi, pelo placar de 2 x 1. O jogo era válido pela primeira rodada do campeonato gaúcho, daquele ano.

Um dos gols do São Paulo foi marcado por Guilherme, que permanece na equipe.

Aliás, nestes dois anos que o clube está na elite do futebol gaúcho, o São Paulo não sabe o que é perder em jogos iniciais. Além do Juventude, em 2014, o Leão derrotou o Avenida por 3 a 1, na ultima edição do Gauchão, também fora de casa. 

Matão abriu o placar para o São Paulo, contra o Avenida, em 2015.

No final de 2015, visando a preparação para o Gauchão desse ano, o São Paulo trocou a sua diretoria, elegendo Vitor Magalhães como presidente. Dentre as primeiras providências da nova direção, uma delas foi adiantar o período de treinamento, para que fosse possível começar a pré-temporada mais cedo, evitando os problemas ocorridos nos anos anteriores. 

Apesar de contar com uma folha de pagamento inferior a dos outros clubes que disputam o campeonato, o São Paulo conta com nomes de peso no seu elenco. É o caso do meia Athos, ex-Juventude, que, dentre todas as suas qualidades, é um especialista em bolas paradas. Em um dos vários amistosos preparatórios que o São Paulo realizou neste ano, Athos marcou um gol olímpico, confirmando a sua fama. 

Athos treinando pelo São Paulo.

O jogo tem inicio marcado para as 18 horas, de amanhã. O valor dos ingressos varia entre 50 reais, inteira, e 25 reais, meia entrada. Em caso de compra da meia entrada para estudantes, um comprovante deve ser apresentado na hora de adentrar no estádio.





Ilgner Lauriente Vahl
Graduando em Letras - Português
FURG